Conectando o Reino Angélico – Os anjos e mensagens angelicais
Quanto mais intensamente nos conectamos com o nosso interior, e vamos até as raízes mais profundas, descobrimos nossa viagem …. cada vez mais esplendor, sabedoria e poder.
Se fosse possível e fácil continuar retornando através da memória celular, chegaríamos, seguramente, perto da essência, da fonte prinicipal, da luz esquecida, da origem divina. A conexão pode estar muito mais perto do que pensamos: apenas algumas gerações para trás … alguém ou algo nos espera para nos dar a chave que perdemos e resgatamos a cadeia completa, e todo o poder espiritual retorna como um vulcão que se libera, como um rio que descobre sua fonte profunda e nunca mais se esquecerá dela.
A magia conduzia-me a um estado de consciência especial, e para aderir a memória ancestral caminharíamos para trás, cada vez mais distante. Apareceu um sinal que me indicava que devia parar … ali estava a chave da viagem. Havia uma sequência que me levava ao passado e neste trajeto, iluminava todos os modos registrados na memória celular, abrindo canais a sabedoria profunda.
1)Conectando o Reino Angélico – Os anjos e mensagens angelicais
Iniciamos a viagem de retorno iluminando as raízes. A infância … vou iluminando e limpando esta etapa da minha vida. O nascimento …. este momento sagrado é cheio de luz.
Primeira geração … vejo meus pais, jovens e muito enamorados, iluminando-os intensamente.
Segunda geração …. todos os meus avós estavam presentes nesta visão interior, envolvo-os em uma luz libertadora.
Terceira geração … vejo olhos conhecidos em rostos desconhecidos, tudo se inunda de luz.
Quarta geração … rostos, rostos não há sinais, somente luz.
Quinta geração … capto um sinal poderoso, um ser com um olhar penetrante e sombrio, um homem vestido de branco com roupas orientais, de pele branca e cabelo negro. Fica-se o seu olhar em mim e me dou conta de que ele está me aguardando. Em sua mão brilha um objeto do qual irradiam raios de luz. Posso definir essa personagem? É um sacerdote, um mago, um rei ? Irradia perfeição, autoridade … aristocracia.
2)Conectando o Reino Angélico – A entrega do símbolo de luz
Ao aproximar-me dele, ouço a sua voz me dizendo “finalmente está aqui. Porque dmeorou tanto tempo? Ser-lhe-a entregue aquilo que está procurando.” Seu olhar se enterneceu quando pegou minha mão, e entregou o símbolo que estava carregando.
Neste momento escutei uma música muito alegre e percebi a presença de outras pessoas e todos estavam vestidos com roupas orientais. Minha personagem ordenou agora … que comece a festa, pois o símbolo foi entregue depois de tanto tempo.
Ao sair desta experiência, a maga Heny, me esperava tranquila e impertubável. Contei-lhes detalhes do que havia visto, pois eu queria entender, interpretar. Heny me disse: “guarde esses sinais em sua mente e preste atenção quando vir o símbolo nas mãos de alguém.
3)Conectando o Reino Angélico – A chave do seu caminho e seu mestre
Lá estará a chave de seu caminho e será seu mestre. Não posso afirmar quando, nem como acontecerá este encontro, porém, afirmo que a personagem que encontrou faz parte de sua sabedoria ancestral. Está ligado ao seu caminho … E deu a você informações muito valiosas que você compreenderá com o tempo.”
Investiguei se havia alguma referência de meus antepassados, que me ajudaram a entender minha “viagem”. Consegui resgatar apenas uma história muito difusa de um antepassado que havia chegado a Polônia, vindo do Oriente e se convertera ao Cristianismo, porém seus elos se perderam no tempo e precisava ter continuidade.
4)O Terceiro céu
Terceiro céu – como buscadores, peregrinos, vamos nos encontrando pelo caminho com outros “viajantes” e assim trocamos experiências e alternativas possíveis para continuarmos avançando. Não é por acaso que os “viajantes” com os quais me encontrei ao longo do tempo buscavam o mesmo objetivo …. atingir o esplendor interno.
Fui conhecendo buscadores do terceiro céu, cada vez mais seguros, mais apaixonados e mais comprometidos com esse caminho. Ao mesmo tempo, eu voltava a sentir cada vez mais com mais intensidade, as presenças protetoras da minha infância, sem me dar conta daqueles anjos.
Um amigo peregrino e buscador – Luis Jait, psiquiatra e alpinista, surpreendeu-me por sua persistência e paixão e imprimiu a conquista das dimensões sagradas e sentidos mais profundos em sua vida. Somente os anjos podem tê-lo guiado para escalar o Aconcágua – o pico mais elevado da Cordilheira dos Andes – e ele me disse que vale a pena.
Luis tinha esse brilho ao olhar, o mesmo do meu antepassado oriental, o mesmo da magia e o mesmo de meu personagem que conhecera recentemente.