KRYON – Em Sociedade com Deus – Livro 06 – Capítulo 1 – Parte 14
Fazemos, de novo, esta pergunta: Quem pensam ser o mais poderoso? Agora já podem dizer, “Kryon, já ouvi este tipo de perguntas antes. Vais dizer-me que sou eu!”. Não desta vez. Digo-vos que são alguns de vocês.
1)Kryon – Em Sociedade com Deus – A mãe humana
Agora mesmo, neste instante, neste planeta, enquanto canalizamos, com todo o amor vos dizemos isto: quem tem o maior poder para modificar a vibração do planeta, é a mãe humana.
Mais à frente falaremos sobre as crianças índigo que estão a chegar à Terra. Vocês, como mães, têm o poder de criar uma geração inteira de Humanos equilibrados. A consciência é o poder do futuro.
2)A parábola de Marta e seu tesouro singular
Queremos dar-vos a parábola de Marta e do seu tesouro singular. Marta era uma mulher iluminada. Sabia tudo
sobre as mudanças vibratórias e sobre a co-criação. Estava a co-criar e era muito feliz. Sim.
Passava pelos mesmos exames que qualquer ser humano passa, mas sentia paz na sua vida. Porque, muito tempo antes, tinha entendido os atributos da mudança de carma que o Espírito lhe dera e aceitara os novos dons do Espírito. E, usando a intenção, avançara na sua vida. Agora Marta era honrada com a visão de um anjo a mostrar-lhe a sua casa e as lições.
Parecida a casa de Wo (da parábola). Ela viu a Sala Dourada e logo se apercebeu que ali devia sentar-se. Também
viu a Sala da Paz e deu-se instantaneamente conta que essa era a chave da verdade: caminhar por ela mesma de
forma pacífica.
3)Marta e a Sala da Abundãncia
Logo lhe mostraram a Sala da Abundância. Havia mais do que o suficiente para ela! Um canto estava cheio de livros; no outro canto havia um pacote especial. E o anjo disse-lhe: “Este é o teu tesouro singular, Marta.
Este tesouro é mais digno do que todo o resto deste quarto. Virá um dia em que o darás de presente. Não o
faças, Marta, a menos que seja adequado. Mas tu o saberás. Entende também que quando o deres, este tesouro
será insubstituível”.
Marta sabia como co-criar a sua própria realidade: ela e as suas amigas juntaram-se e decidiram montar um negócio onde venderiam livros da Nova Era e outros objectos para pessoas que pensavam como
elas.
4)Marta e uma boa idéia sobre os livros e outros objetos
Era uma boa ideia, que também lhes trouxe abundância. Sentiam-se bem a fazer isto, porque distribuíam
produtos que continham mensagens em que acreditavam.
Observavam os que entravam na sua loja, umas vezes mostrando a intenção de comprar, outras vezes não. Elas viam como o Espírito trabalhava com elas e também faziam encontros de tipo espiritual.
Marta estava segura que esta era a realidade que criara: a visão dos livros.
Porém, um dia, uma coisa aconteceu. Uma dessas mulheres com quem Marta se associara para montar o negócio, chamava-se Sal. Sal fez algo inesperado pois partiu com todos os ganhos do negócio, e o grupo já não podia
pagar as suas dívidas.
5)Marta e o investimento cármico
Assim, venderam toda a mercadoria e fecharam. Pior ainda, não tinham dinheiro para fazer qualquer tipo de acção legal para que Sal lhes devolvesse o investimento. Sal tinha feito algo aparentemente mau,
terrivelmente desonesto e inadequado.
Agora, as outras duas mulheres com quem Marta também se associara, estavam muito revoltadas e diziam:
“Temos de fazer alguma coisa!”.
Exista muito drama à volta de tudo isto. Sabiam que as leis desse país as resguardaria, mas não se podiam dar a esse luxo porque Sal lhes retirara toda a abundância.
Sal sabia isso e, descaradamente, saiu da cidade e montou o seu próprio negócio que passou a correr muito bem.
6)Marta e o aprendizado positivo do carma
Marta tinha aprendido, num tempo anterior, que ocorrências aparentemente negativas eram qualidades cármicas que vinham enfrentá-la uma vez mais. Só que, desta vez, estava preparada.
Ela já tinha abandonado o seu carma há muito tempo e não sentia a ferida que as outras duas mulheres sentiam, ou a necessidade de participar no drama. Assim olhava para Sal de uma maneira diferente. Vi-a como uma jogadora no campo de jogo. Viaa como um membro da Família.
Talvez estivesse com ilusões sobre a situação, mas não estava revoltada nem queria vingar-se. As outras duas mulheres carregavam a situação permanentemente. Sentiam-se vítimas e vinham ter com Marta para lhe dizer: “Oh, Marta, não é horrível o que se passou connosco?”
7)Marta e seu aprendizado sobre como não entrar no drama
Marta fazia o que podia para lhes explicar a razão pela qual Sal estava nas suas vidas, mas elas não o aceitavam. Assim, havia muita energia e muito drama diário referente ao que Sal lhes fizera.
Esta situação continuou durante alguns anos, até que um dia Marta soube que Sal estava doente. Parece que tinha havido um acidente onde ela estivera envolvida e, agora, estava num hospital gravemente ferida.
Marta decidiu visitá-la e, no caminho para o hospital, lembrou-se das palavras do anjo na sua visão e soube porque tinha de ir. Marta caminhou até ao quarto do hospital onde a amiga estava internada.
8)A Cura e o Amor de Marta
Sal abriu os olhos e, ao ver Marta assustou-se! Sabia o que tinha feito às suas amigas, e sabia que estava agora com problemas. Também sabia que, mesmo assim, Marta a tinha amado. Marta aproximou-se e pousou a sua mão sobre a de Sal, tratando de evitar todos os tubos e cabos que pendiam dela. Só lhe disse estas poucas palavras: “Sal, aceitarias a cura que te trago?”.
Sal não podia acreditar no que estava a ouvir: depois de tudo o que ela lhe fizera, Marta ia curá-la?! E respondeu-lhe “Sim”. Então, metaforicamente, Marta procurou dentro de si mesma com intenção, arrancou o seu tesouro singular e deu-o à sua amiga.
Sal recebeu-o e deu-se permissão para receber a cura que lhe davam.
9)As qualidades do Amor
Paramos aqui a parábola por um momento para rever as quatro qualidades do amor que já vos demos. Enquanto que em canalizações passadas as referimos, vamos agora exemplificá-las