JESUS CRISTO É O DEUS DO AMOR I Ensinamentos sobre a Mônada – A Unidade

JESUS CRISTO É O DEUS DO AMOR – Ensinamentos sobre a Mônada – A Unidade

Nas tradições gnósticas, este conhecimento era considerado o mais sagrado de todos. Porque ele dissolve a ilusão fundamental que mantém a humanidade aprisionada. A ilusão da separação entre você e a Fonte. A ilusão da separação entre sua mente e seu coração. Separação sobre quem você é, e quem você acha que deveria ser.
Quando Jesus falava que o Reino dos Céus está dentro de vós, ele não estava sendo poético. Ele estava apontando diretamente para a Mônada. Que é o estado de Consciência unificada que existe no núcleo do seu Ser.
Mas aqui está o segredo que poucos compreendem. A Mônada não é algo que você cria. Ela já existe. Sempre existiu. Você não precisa construí-la, conquista-la ou merecê-la. Você só precisa remover as camadas de ruído, medo e identificação falsa que a escondem.

1) Jesus Cristo é o Deus do Amor – Ensinamentos sobre a Mônada – A Unidade

É como o Sol atrás das nuvens. O Sol não deixa de existir porque você não pode vê-lo. Ele está sempre lá, irradiando, constante, esperando. A Mônada é o Sol da sua Consciência. E Maria Madalena, foi uma das poucas pessoas da história registrada que aprendeu a dissipar as nuvens e a viver diretamente da luz desse Sol Interior.
Para entender porque Jesus escolheu Maria Madalena para o ensinamento mais profundo, você precisa entender primeiro como ele ensinava. Jesus não era apenas uma figura espiritual, ele era um Mestre da união interior. Alguém que guiava as pessoas de volta a harmonia que elas haviam esquecido.
A maioria dos Mestres de sua época falavam em regras rígidas, Jesus falava em símbolos. Histórias que escapavam da defesa da mente e despertavam algo mais antigo dentro do ouvinte. Onde outros comandavam obediência, ele convidava a exploração. Onde outros exigiam crença, ele oferecia percepção. Seu poder não estava em dar novas verdades as pessoas, mas em ajuda-las a lembrar da verdade que já carregavam.

2) Jesus Cristo é o Deus do Amor – A Mônada e o Reino Interior

Quando ele disse que o Reino está dentro de você, ele não estava oferecendo consolo. Ele estava apontando para uma paisagem interior que a maioria das pessoas nunca ousam entrar. Ele ensinou seus seguidores mais próximos, não a buscar respostas no mundo externo. Mas a retornar ao centro do seu Ser. A câmara silenciosa, onde a identidade se solta e o Eu mais profundo começa a falar.
Jesus compreendia algo que a vida moderna tenta esconder: quando uma pessoa está dividida por dentro, ela sofre. Mas quando uma pessoa se torna internamente alinhada, quando o pensamento, emoção e intenção se movem como um todo, ela se torna inabalável.

3) Jesus Cristo é o Deus do Amor -O Coração era o seu método celestial

Este era o coração do seu método. União interior antes da ação exterior. E ele vivia isso. Quer ele caminhasse no caos ou no silêncio. Quer as multidões o elogiassem ou duvidassem dele, a sua presença nunca se fraturava. E as pessoas sentiam isto, instantaneamente. A quietude enraizada e luminosa de alguém, que não estava lutando consigo mesmo.
Ele guiava os seus seguidores através de silêncio mais profundo que as palavras. Consciência mais afiada que a lógica. Compaixão que dissolvia o medo. Metáfora que abriam as portas ocultas. Mas entre todos que caminhavam ao seu lado, apenas alguns conseguiam captar a profundidade completa de sua mensagem.
Maria Madalena, era uma das raras. Ela apenas não ouvia os seus ensinamentos, ela compreendia o espaço entre as suas palavras, a porta silenciosa para a qual ele estava apontando. Uma porta que levava diretamente a Mônada.

E existe algo mais que você precisa entender sobre o método de Jesus. Ele nunca forçava o despertar. Ele criava as condições para que ele acontecesse naturalmente. Pense em como um jardineiro trabalha. Ele não pode forçar uma semente a brotar. Mas ele pode preparar o solo, regar na medida certa, remover as ervas daninhas e criar um ambiente onde o crescimento se torna inevitável.
Jesus fazia isto com a Consciência humana. Ele não empurrava ensinamentos goela abaixo. Ele esperava até que a pessoa estivesse pronta. Até que a terra interior estivesse macia o suficiente para receber a semente da verdade.
E Maria Madalena era solo fértil. Enquanto outros seguidores discutiam sobre quem seria o maior no Reino. Quem se sentaria a direita ou a esquerda. Quem teria mais poder.
Maria estava simplesmente presente, absorvendo, observando, silenciosa. Ela não tinha agenda, não buscava posição, não competia por atenção. Ela só queria a verdade. E essa pureza de intenção é o que abriu a porta para o ensinamento que não poderia ser dado a mais ninguém naquele momento.

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